Marana Almeida – Nº 19 – 7º ano B
sábado, 31 de outubro de 2009
Comentários sobre o texto "Ricos e pobres na América Inglesa"
Marana Almeida – Nº 19 – 7º ano B
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ricos e Pobres na América Inglesa
O texto retrata justamente a desigualdade social, fala que em meados do século XVII, nas cidades da América Inglesa, havia prostituição, mendigos, pobres e todos eram obrigados a trabalhar, e era o medo de morrer de fome que os faria trabalhar, eles usavam um emblema mostrando sua condição financeira, o que era humilhante.
Já os ricos tinham mesas fartas de comidas, jóias, tinham empregados/ escravos, ouro, pérolas, seda e cetim. Alegavam que todas estas diferenças eram vontade de Deus.
Então, o que o texto quer mostrar é o que ocorre, exatamente, nos dias de hoje, enquanto existem pessoas pobres pedindo esmola, morando debaixo da ponte, sofrendo de tanta fome, há ricos que moram em mansões, que possuem lancha, helicópteros sem precisar.
Aluna: Yasmim- nº31- 7ºano B
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Ricos e pobres na América Inglesa
Esse era o pensamento da "América colonial Inglesa", quer dizer, dos ricos que viviam na América Colonial, que justificam seus atos, em minha opinião insanas, por intermédio de Deus.
Aluna: Sara Albuquerque Freitas, nº 27.
domingo, 23 de agosto de 2009
Ficha 2-Tema: Homens entre a razão, a fé e a política nos séculos XVI e XVII ; 12º quesito
Galileu não fez nenhuma criação, mas mesmo assim é considerá-lo um gênio, pois aperfeiçoou muito bem outras invenções como o telescópio. E conseguiu aumentar 2.000 vezes a imagem de um telescópio normal e isso é algo impressionante. Ele conseguiu provas de que a teoria heliocêntrica de Copérnico estava certa, e por isso quase foi morto, mas mesmo assim teve a coragem de continuar a favor da teoria Copérnica.
Ficha 2-Tema: Homens entre a razão, a fé e a política nos séculos XVI e XVII ; 10º quesito
Para o Racionalismo, o homem pode chegar pela razão, a verdades de valor absoluto. Seja a partir de fatos, os quais, ultrapassando a mera força dos sentidos, o homem pode, com a força da razão, abstrair e atingir condições transcendentais do mundo; seja a partir da pura intuição, que prescinde dos fatos.
O que o Racionalismo buscava, na verdade, era conhecer a essência. Por isso, não se prendia aos fatos ou ao mundo sensível, mas afirmava que a razão humana poderia transcender e chegar ao conhecimento de realidades transcendentes. Pela força da abstração e das concatenações racionais.
Essa corrente se aproximava, assim, da metafísica, de Platão. Não se pode, entretanto, incorrer no erro de achar que o Racionalismo é apenas uma corrente teórica. Ao contrário, terá conseqüências também na ética e, mesmo, na política como veremos a seguir. Procuraremos também fazer a relação entre o Racionalismo e a Fé, mostrando como seus principais expoentes, Descartes, Kant e Hegel, trataram da problemática acerca de Deus e da religião, tema central das discussões filosóficas medievais, agora com as contribuições do homem moderno.
Ficha 1-TEMA: O mundo Moderno em Formação- 8º quesito
A Reforma começou na Alemanha onde nessa época, havia muitos estados e o poder estava descentralizado e cada estado tinha seu príncipe, imperador, mas com pouca política. Na época a Alemanha era conhecida como Sacro Império Germânico e era dominado pela Igreja Católica. A Alemanha estava tentando centralizar o seu poder (Enquanto isso França, Portugal, Inglaterra e Espanha estavam unificados.), mas a Igreja e os nobres não deixavam. Embora os nobres eram contra a igreja, que queria suas terras. A igreja exigia altos impostos aos camponeses o que gerou o descontentamento destes. Vários seguimentos da sociedade passaram a criticar a Igreja.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
FICHA 1 – TEMA: O Mundo Moderno em Formação; 12º quesito
Em 1660, com 22 anos, casa-se com Maria Teresa, filha do rei Felipe IV, da Espanha. Um ano depois, o cardeal Mazarin morre e Luís assume o trono.
Desde o início do governo, adota o absolutismo. Extingue o cargo de primeiro-ministro, mantendo apenas um chanceler, quatro secretários e um administrador das finanças, submetidos à seu controle.
Em seu reinado, persegue os protestantes, reorganiza o Exército e trava guerras contra Espanha, Holanda, Áustria e Luxemburgo. Luís XIV também contribui para o desenvolvimento das artes e ciências na França. Dá proteção financeira a escritores como Molière e Racine. Constrói o luxuoso Palácio de Versalhes, com 1,9 mil quartos e o primeiro banheiro interno da história, onde a corte passa a viver a partir de 1682.
Também é responsável pela construção de academias de artes, ciências, pintura e escultura. Caprichoso, aprecia a etiqueta e as festas e mantém várias amantes. A ele atribui-se a frase: "L''État c''est moi" (O Estado sou eu). Fica conhecido como Rei Sol por escolher a imagem do astro-rei como seu emblema. Ao morrer, em Versalhes, deixa o país em péssima situação econômica.
