sábado, 31 de outubro de 2009

Comentários sobre o texto "Ricos e pobres na América Inglesa"

Após ter lido o texto, percebi que os ricos tinham tudo que queriam em abundância e tentavam ao máximo manter os pobres em seu lugar na sociedade, porque afinal, a classe mais rica lucrava encima do povo pobre, e assim, inventaram uma desculpa para esse comportamento. Explicaram que essas diferenças de poder, era a pura vontade de Deus, em outras palavras, copiaram o esquema do absolutismo, cuja desculpa do direito divino ainda existia, assim como no feudalismo.

Marana Almeida – Nº 19 – 7º ano B

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ricos e Pobres na América Inglesa
O texto retrata justamente a desigualdade social, fala que em meados do século XVII, nas cidades da América Inglesa, havia prostituição, mendigos, pobres e todos eram obrigados a trabalhar, e era o medo de morrer de fome que os faria trabalhar, eles usavam um emblema mostrando sua condição financeira, o que era humilhante.
Já os ricos tinham mesas fartas de comidas, jóias, tinham empregados/ escravos, ouro, pérolas, seda e cetim. Alegavam que todas estas diferenças eram vontade de Deus.
Então, o que o texto quer mostrar é o que ocorre, exatamente, nos dias de hoje, enquanto existem pessoas pobres pedindo esmola, morando debaixo da ponte, sofrendo de tanta fome, há ricos que moram em mansões, que possuem lancha, helicópteros sem precisar.

Aluna: Yasmim- nº31- 7ºano B

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ricos e pobres na América Inglesa

A diferenciação era absurda entre pobres e ricos, ou uma pessoa era pobre, ou era rica, ou seja não havia pessoas meio pobre e meio ricas. Os nobres (ricos) justificavam essas diferenças como obra e vontade de Deus, pensavam eles (ricos que viviam na América colonial): "Os pobres devem ser postos a trabalhar, e é o medo de morrer fome que os fará trabalhar".
Esse era o pensamento da "América colonial Inglesa", quer dizer, dos ricos que viviam na América Colonial, que justificam seus atos, em minha opinião insanas, por intermédio de Deus.



Aluna: Sara Albuquerque Freitas, nº 27.