A diferenciação era absurda entre pobres e ricos, ou uma pessoa era pobre, ou era rica, ou seja não havia pessoas meio pobre e meio ricas. Os nobres (ricos) justificavam essas diferenças como obra e vontade de Deus, pensavam eles (ricos que viviam na América colonial): "Os pobres devem ser postos a trabalhar, e é o medo de morrer fome que os fará trabalhar".
Esse era o pensamento da "América colonial Inglesa", quer dizer, dos ricos que viviam na América Colonial, que justificam seus atos, em minha opinião insanas, por intermédio de Deus.
Aluna: Sara Albuquerque Freitas, nº 27.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
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Tarciso, segue nessa postagem a minha opinião (crítica) do texto complementar dado por você!
ResponderExcluirAtenciosamente,
Sara.